Eu sou o Rei do Block, confesso. Outro dia fiz um script para listar meus bloqueados. Digamos que a lista tinha mais de 1300. Acho ótimo, isso criou um ambiente altamente darwinista onde só interajo com quem acho interessante.
Como? CLARO que é um direito meu. Interagir comigo é um privilégio.
Agora repita: "Interagir comigo é um privilégio".
Viu? É uma verdade para QUALQUER UM NO PLANETA. Seu tempo vale tanto quanto o meu.
Eu não gosto de interação indiscriminada, isso me coloca em contato demais com gente, não exatamente meu passatempo favorito. Mas no Twitter aprendi tolerância. Pela facilidade do block (3 cliques, eu contei) me dou ao luxo de responder quase todo mundo, pois sei que ao contrário do blog, no twitter aquela criatura nunca mais me encherá o saco, se for uma daquelas malas em escala industrial.
Essa fama eu aceito.
Problema é quando PASSO por anti-social sem ter feito nada, e é o que está acontecendo com muita gente. Descobri hoje por exemplo que tenho tudo para passar uma imagem de perfeito babaca, para a
Júlia Jups, que fala comigo na boa e ainda tem
o ponto positivo de ter banda, estar no MySpace e NÃO mandar spam.
Motivo? Ela bloqueia os updates no twitter:
Qual o efeito disso: Eu não vou ler as mensagens que ela enviou para mim, no http://twitter.com/#replies . Elas não aparecerão na minha listagem, pois o Twitter não tem poder de ler timelines bloqueadas.
Descobri por acaso uma hoje, via
este RT do Kedley.
Por isso, meninos e meninas, não bloqueiem seus twits. Vocês só prejudicam quem não tem nada a ver com o motivo que levaram ao uso da restrição. Bloqueie os idiotas, é mais fácil, mais divertido e faz bem ao estômago.
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